<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre Rede Nacional dos Pontos de Cultura</title>
	<atom:link href="http://pontosdecultura.org.br/comments/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pontosdecultura.org.br</link>
	<description>Sistema de Comunicação</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 May 2012 16:08:43 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1</generator>
	<item>
		<title>Comentário sobre CULTURA VIVA na América Latina por Cabeto Rocker Pascolato</title>
		<link>http://pontosdecultura.org.br/noticias/cultura-viva-na-america-latina/#comment-710</link>
		<dc:creator>Cabeto Rocker Pascolato</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 May 2012 16:08:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pontosdecultura.org.br/?p=1825#comment-710</guid>
		<description>É com muita alegria que li esse texto narrativo das andanças desse homem que sonha, pensa e realiza ações culturais generosas, modernas e transformadoras para o Brasil e, consequentemente, para o mundo.
Tudo está conectado: ação e reação, simples assim.
O que sempre me chamou a atenção no ser humano Célio Turino é que ele descarta a primeira pessoa logo de início em seu texto, descrevendo e salientando a real importância daqueles quem fazem Cultura (com C maiúsculo mesmo)e que vêem, através dela, a transformação de suas vidas e de suas comunidades. Lembro de quando o conheci, no início dos anos ´90, um Célio Turino jovem produtor cultural e depois secretário de Cultura de Campinas. Foi lá, naquele período, que nasceram as Casas de Cultura. O proto Programa Cultura Viva/Ponto de Cultura estava lá, semente plantada com horizontalidade e diálogo. Com muitas dificuldades, mas estava lá essa semente, cheia de nutrientes que culminariam em sua estadia no governo federal, a convite do ex- ministro Gilberto Gil. Já fazia diferença um secretário de cultura que andava nas ruas com os artistas, estava presente nas periferias da cidade, recebia as pessoas de portas abertas na prefeitura. Mais uma vez a simplicidade de pensar e gestar processos inovadores (nem por isso menos árduos de se implantar)trouxeram para o Célio essa  possibilidade e experiência de ver, sentir e tocar as pessoas que estavam &quot;escondidas&quot; em sua cidade e depois, já  no governo,nesse Brasil.Fazer de suas vidas culturais um vetor de mudanças na dura realidade excludente brasileira era e é uma obstinação e &quot;sina&quot; desse articulador nato. Lendo esse relato apaixonante da semeadura que ele tem feito pelo mundo, de forma simples, abnegada, de eterna escuta das raízes culturais de cada povoado, cada região visitada, trás um fôlego novo para arejar o entendimento na difícil e atropelada continuidade nesse processo do Cultura Viva aqui no Brasil.
Processo esse que ganha força pelo mundo exatamente por termos seu articulador longe das amarras da burocracia governamental. O relato da construção de uma rede de pessoas que fazem da Cultura ser um ente intocável/tocável, vivo e dinâmico, em transmutação, porém presente, incondicionalmente presente, em cada ser humano desse planeta, é ver nesse historiador, escritor, pensador de um Brasil possível e sustentável, o ser humano que ultrapassa o condicionamento impostos pela mesa, cadeira e paredes dos gabinetes, das decisões tomadas de cima para baixo, sem a real vivência dos fatos culturais que se sucedem diariamente. O fazer cultural de um gestor/pensador só acontece quando se vive o dia a dia nas ruas, nas praças, nos vilarejos, nas favelas ou mesmo no suposto conforto das grandes cidades. Esse é o ponto de encaixe que faz de Célio Turino hoje, no meu entender, a pessoa mais apita a falar de Cultura como sustentabilidade real  para vida das pessoas atualmente no Brasil.
O reconhecimento desse trabalho, por parte da comunidade cultural na América Latina e em tantos outros países, construtor de uma nova política cultural, às avessas da massificação superficial contida na &quot;indústria cultural&quot; mundial, é a tradução de que a Cultura que se baseia na gestão compartilhada, horizontal e na generosidade entre os fazedores culturais, poder público e população, pode ser o caminho para vencer essa globalização meramente financeira e indiferente atual. A busca por uma sociedade mais fraterna, equilibrada e sustentável tem na pessoa de Célio Turino (e ainda bem que ele está aqui, é um brasileiro que pensa o Brasil) um incansável pensador e defensor da cultura nacional. Seria uma combinação perfeita se a classe artística cultural do país e nosso governo reconhecesse essa dádiva ainda enquanto ele tem muito a oferecer e doar para todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<div class="delibera-comment-text">É com muita alegria que li esse texto narrativo das andanças desse homem que sonha, pensa e realiza ações culturais generosas, modernas e transformadoras para o Brasil e, consequentemente, para o mundo.<br />
Tudo está conectado: ação e reação, simples assim.<br />
O que sempre me chamou a atenção no ser humano Célio Turino é que ele descarta a primeira pessoa logo de início em seu texto, descrevendo e salientando a real importância daqueles quem fazem Cultura (com C maiúsculo mesmo)e que vêem, através dela, a transformação de suas vidas e de suas comunidades. Lembro de quando o conheci, no início dos anos ´90, um Célio Turino jovem produtor cultural e depois secretário de Cultura de Campinas. Foi lá, naquele período, que nasceram as Casas de Cultura. O proto Programa Cultura Viva/Ponto de Cultura estava lá, semente plantada com horizontalidade e diálogo. Com muitas dificuldades, mas estava lá essa semente, cheia de nutrientes que culminariam em sua estadia no governo federal, a convite do ex- ministro Gilberto Gil. Já fazia diferença um secretário de cultura que andava nas ruas com os artistas, estava presente nas periferias da cidade, recebia as pessoas de portas abertas na prefeitura. Mais uma vez a simplicidade de pensar e gestar processos inovadores (nem por isso menos árduos de se implantar)trouxeram para o Célio essa  possibilidade e experiência de ver, sentir e tocar as pessoas que estavam &#8220;escondidas&#8221; em sua cidade e depois, já  no governo,nesse Brasil.Fazer de suas vidas culturais um vetor de mudanças na dura realidade excludente brasileira era e é uma obstinação e &#8220;sina&#8221; desse articulador nato. Lendo esse relato apaixonante da semeadura que ele tem feito pelo mundo, de forma simples, abnegada, de eterna escuta das raízes culturais de cada povoado, cada região visitada, trás um fôlego novo para arejar o entendimento na difícil e atropelada continuidade nesse processo do Cultura Viva aqui no Brasil.<br />
Processo esse que ganha força pelo mundo exatamente por termos seu articulador longe das amarras da burocracia governamental. O relato da construção de uma rede de pessoas que fazem da Cultura ser um ente intocável/tocável, vivo e dinâmico, em transmutação, porém presente, incondicionalmente presente, em cada ser humano desse planeta, é ver nesse historiador, escritor, pensador de um Brasil possível e sustentável, o ser humano que ultrapassa o condicionamento impostos pela mesa, cadeira e paredes dos gabinetes, das decisões tomadas de cima para baixo, sem a real vivência dos fatos culturais que se sucedem diariamente. O fazer cultural de um gestor/pensador só acontece quando se vive o dia a dia nas ruas, nas praças, nos vilarejos, nas favelas ou mesmo no suposto conforto das grandes cidades. Esse é o ponto de encaixe que faz de Célio Turino hoje, no meu entender, a pessoa mais apita a falar de Cultura como sustentabilidade real  para vida das pessoas atualmente no Brasil.<br />
O reconhecimento desse trabalho, por parte da comunidade cultural na América Latina e em tantos outros países, construtor de uma nova política cultural, às avessas da massificação superficial contida na &#8220;indústria cultural&#8221; mundial, é a tradução de que a Cultura que se baseia na gestão compartilhada, horizontal e na generosidade entre os fazedores culturais, poder público e população, pode ser o caminho para vencer essa globalização meramente financeira e indiferente atual. A busca por uma sociedade mais fraterna, equilibrada e sustentável tem na pessoa de Célio Turino (e ainda bem que ele está aqui, é um brasileiro que pensa o Brasil) um incansável pensador e defensor da cultura nacional. Seria uma combinação perfeita se a classe artística cultural do país e nosso governo reconhecesse essa dádiva ainda enquanto ele tem muito a oferecer e doar para todos.</div>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre CULTURA VIVA na América Latina por Marlene Freitas</title>
		<link>http://pontosdecultura.org.br/noticias/cultura-viva-na-america-latina/#comment-709</link>
		<dc:creator>Marlene Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 May 2012 16:02:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pontosdecultura.org.br/?p=1825#comment-709</guid>
		<description>Que maravlha Célio! Seu trabalho ganhou força além da fronteira e temos esperança ainda de vê-lo retomado aqui, no nosso paí. Que os meninos e meninas do Brasil, como os de Araçuaí como exemplo do valor da nossa cultura, possam de novo espalhar suas vozesem pelo imenso território, aqui e ali, como um eco no vento. Você, nem precisa se aborrecer, pois a idéia foi ampliada. Aguardemos pois.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<div class="delibera-comment-text">Que maravlha Célio! Seu trabalho ganhou força além da fronteira e temos esperança ainda de vê-lo retomado aqui, no nosso paí. Que os meninos e meninas do Brasil, como os de Araçuaí como exemplo do valor da nossa cultura, possam de novo espalhar suas vozesem pelo imenso território, aqui e ali, como um eco no vento. Você, nem precisa se aborrecer, pois a idéia foi ampliada. Aguardemos pois.</div>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre CAMPAÑA CONTINENTAL CULTURA VIVA COMUNITARIA por Pontao CNPdC/COEPi</title>
		<link>http://pontosdecultura.org.br/noticias/campana-continental-cultura-viva-comunitaria/#comment-707</link>
		<dc:creator>Pontao CNPdC/COEPi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 20:21:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pontosdecultura.org.br/?p=1744#comment-707</guid>
		<description>UN DIA INOLVIDABLE: LA CARAVANA DE LA CULTURA VIVA COMUNITARIA EN BUENOS AIRES

Más de seiscientas personas y cerca de 60 organizaciones culturales rodearon festivamente la presentación formal al Congreso de la Nación Argentina del Proyecto de Ley de Apoyo a la Cultura Comunitaria, Autogestiva e Independiente

En un marco de colorido y alegría llevamos ayer adelante en la Plaza de los dos Congresos en la Ciudad de Buenos Aires la Caravana por la Cultura Viva Comunitaria, impulsada por el colectivo Pueblo Hace Cultura. Cerca de 600 referentes e integrantes de un conjunto de 60 experiencias comunitarias compartieron una Feria de Experiencias, un Festival y una Marcha de Carrozas que circuló desde el Congreso de la Nación, por la calle Corrientes hasta el Obelisco, en una verdadera fiesta popular que sirvió de marco para un hecho político histórico: la presentación en el Congreso de la Nación de la Ley de Apoyo a la Cultura Comunitaria, Autogestiva e Independiente, redactada en un proceso participativo y federal de más de tres años de trabajo.

Grupos de teatro comunitario, músicos independientes, organizaciones sociales, murgas, colectivos de percusión y candombe, artistas plásticos comunitarios y un amplio abanico de experiencias desplegamos una suerte de intervención cultural callejera desbordante que festejó los momentos previos y posteriores a la importante reunión que se desarrolló en el Congreso de la Nación, recibiendo las adhesiones de los “Puntos de Cultura” y de toda Latinoamérica en la Plataforma Puente Cultura Viva Comunitaria y con la presencia del compañero Orlando Cajamarca, del Teatro Esquina Latina, de Cali, Colombia.

En efecto, una delegación de “Pueblo Hace Cultura” integrada por referentes del Foro Argentino de Radios Comunitarias (César Baldoni), la Unión de Musicos Independientes (Diego Boris), la Red Nacional de Teatros Comunitarios (Ricardo Talento y Stella Giaquinto), la Red de Centros Culturales de La Plata (Esteban Ramos), la Asociación Argentina de Gestores Culturales (Manuela Novara), la Red Argentina de Arte para la Transformación Social (Cecilia Rostica) y la Plataforma Puente Cultura Viva Comunitaria (Eduardo Balán) se reunieron con los legisladores integrantes de la Comisión de Cultura de la Cámara de Diputados, representados por su presidente el legislador Roy Cortina, del Partido Socialista, Margarita Ferra de Bartol, vicepresidenta, del Frente para la Victoria, el diputado Claudio Lozano, de Unidad Popular y el equipo de asesores de Juan Carlos Junio, de Nuevo Encuentro.

En el transcurso de la reunión, los referentes de Pueblo Hace Cultura hicieron entrega a los legisladores de un documento con los 28 artículos y la fundamentación del Proyecto de Ley de Apoyo a la Cultura Comunitaria, Autogestiva e Independiente. En una breve pero contundente exposición, el equipo desarrolló los conceptos fundamentales de esta herramienta de construcción en el campo de la cultura popular en todo el país, enfatizando la necesidad de encontrar mecanismos que permitan alentar, articular y asistir en materia de recursos, tecnología  y contenidos de gestión a las más de 17000 experiencias de Cultura Comunitaria que existen en la Argentina.

Para ello, el proyecto de Ley propone la creación de un Fondo Nacional de Apoyo a la Cultura Comunitaria, Autogestiva e Independiente formado por el 0,1% del Presupuesto Nacional, asi como la creación de una serie de dispositivos que permitan a las organizaciones concursar en forma transparente proyectos de financiamiento, formación y asistencia técnica, a nivel municipal, regional, provincial y nacional.

Al mismo tiempo, se subrayó la necesidad de incluir estos temas en el debate de una posible Ley de Culturas en nuestro país, reconociendo la presencia de las organizaciones culturales comunitarias como un actor fundamental en la democratización de la Cultura en la Argentina.

Los representantes de la Comisión de Cultura de la Camara de Diputados escucharon con atención los contenidos de la exposición desarrollada, comentaron distintos aspectos de la propuesta, resaltaron el carácter participativo de la propuesta y asumieron tres compromisos institucionales:

-          Impulsar en la Comisión de Cultura el análisis del Proyecto de Ley de Apoyo a la Cultura Comunitaria, Autogestiva e Independiente una vez que fuera formalmente presentado y en el transcurso de las próximas reuniones.

 

-          Convocar al colectivo Pueblo Hace Cultura a participar activamente en el debate de una posible Ley Federal de Culturas en nuestro país.

 

-          Trabajar en la incorporación de un capitulo de esa ley que haga referencia explícita a la dimensión de la Cultura Comunitaria y sus distintas expresiones organizadas en todas las disciplinas y en la totalidad de nuestro territorio, de manera de ser abordadas formalmente a la hora de la creación de institutos, herramientas y recursos para el impulso de Politicas Publicas.

En este sentido, la reunión fue altamente positiva, por varias razones: a) se instaló en el ámbito institucional la perspectiva de la Cultura Comunitaria como dimensión insoslayable en la construcción de la Cultura en nuestro país, al punto de incluirla en el articulado de una posible Ley de Culturas en la Argentina, b) se dio un primera paso formal en el proceso del debate parlamentario de nuestra propuesta, la Ley de Apoyo a la Cultura Comunitaria, Autogestiva e Independiente, c) se logró una representación legislativa plural y multisectorial en la recepción del proyecto y, d) logramos presentar a Pueblo Hace Cultura y a su construcción como interlocutores institucionales para una construcción legislativa distinta en el terreno de las Políticas Publicas culturales. El evento fue registrado por distintos medios, incluyendo el Canal de TV del mismo Congreso Nacional y sus resultados divulgados a través de una profusa red de medios alternativos y comunitarios, incluso a nivel latinoamericano, a través de ALER (Asociación Latinoamericana de Educación Radiofónica) y diversas redes sociales.

Un capitulo aparte merece la descripción de la Caravana con la que se cerró la jornada, atravesando las calles Callao y Corrientes, en camino triunfal y festivo hacia el Obelisco. Los rostros sorprendidos y alegres de los transeúntes se mezclaban con la destreza de los más de doscientos bailarines murgueros, del hip-hop y el candombe, los actores del teatro comunitario y los colectivos y camiones decorados que recorrían las calles envueltos en enormes banderas y estandartes, proyecciones de video en las carrozas, bombas de estruendo y el permanente sonar de las percusiones y los bombos, en una especie de explosión de alegría protagonizada por chicos, niñas y adultos de todos nuestros barrios.

Como recuerdo de la jornada, una hermosa murguera quedó retratada en una imagen gigante realizada por los artistas populares de Cultura Vallese, que en breve será un afiche recordatorio de este día histórico.

Diego Boris, de la Unión de Musicos Independientes, haciéndose eco de las acciones que hoy mismo se llevan adelante en Mendoza, Catamarca, 9 de Julio, Rivadavia, Rosario, Santiago del Estero, Cordoba y tantos otros lugares, subrayó para todos y todas, hacia el final del emocionado informe en la plaza, una verdad grande como un continente: “el Mercado Hace Productos, el Pueblo hace Cultura”.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<div class="delibera-comment-text">UN DIA INOLVIDABLE: LA CARAVANA DE LA CULTURA VIVA COMUNITARIA EN BUENOS AIRES</p>
<p>Más de seiscientas personas y cerca de 60 organizaciones culturales rodearon festivamente la presentación formal al Congreso de la Nación Argentina del Proyecto de Ley de Apoyo a la Cultura Comunitaria, Autogestiva e Independiente</p>
<p>En un marco de colorido y alegría llevamos ayer adelante en la Plaza de los dos Congresos en la Ciudad de Buenos Aires la Caravana por la Cultura Viva Comunitaria, impulsada por el colectivo Pueblo Hace Cultura. Cerca de 600 referentes e integrantes de un conjunto de 60 experiencias comunitarias compartieron una Feria de Experiencias, un Festival y una Marcha de Carrozas que circuló desde el Congreso de la Nación, por la calle Corrientes hasta el Obelisco, en una verdadera fiesta popular que sirvió de marco para un hecho político histórico: la presentación en el Congreso de la Nación de la Ley de Apoyo a la Cultura Comunitaria, Autogestiva e Independiente, redactada en un proceso participativo y federal de más de tres años de trabajo.</p>
<p>Grupos de teatro comunitario, músicos independientes, organizaciones sociales, murgas, colectivos de percusión y candombe, artistas plásticos comunitarios y un amplio abanico de experiencias desplegamos una suerte de intervención cultural callejera desbordante que festejó los momentos previos y posteriores a la importante reunión que se desarrolló en el Congreso de la Nación, recibiendo las adhesiones de los “Puntos de Cultura” y de toda Latinoamérica en la Plataforma Puente Cultura Viva Comunitaria y con la presencia del compañero Orlando Cajamarca, del Teatro Esquina Latina, de Cali, Colombia.</p>
<p>En efecto, una delegación de “Pueblo Hace Cultura” integrada por referentes del Foro Argentino de Radios Comunitarias (César Baldoni), la Unión de Musicos Independientes (Diego Boris), la Red Nacional de Teatros Comunitarios (Ricardo Talento y Stella Giaquinto), la Red de Centros Culturales de La Plata (Esteban Ramos), la Asociación Argentina de Gestores Culturales (Manuela Novara), la Red Argentina de Arte para la Transformación Social (Cecilia Rostica) y la Plataforma Puente Cultura Viva Comunitaria (Eduardo Balán) se reunieron con los legisladores integrantes de la Comisión de Cultura de la Cámara de Diputados, representados por su presidente el legislador Roy Cortina, del Partido Socialista, Margarita Ferra de Bartol, vicepresidenta, del Frente para la Victoria, el diputado Claudio Lozano, de Unidad Popular y el equipo de asesores de Juan Carlos Junio, de Nuevo Encuentro.</p>
<p>En el transcurso de la reunión, los referentes de Pueblo Hace Cultura hicieron entrega a los legisladores de un documento con los 28 artículos y la fundamentación del Proyecto de Ley de Apoyo a la Cultura Comunitaria, Autogestiva e Independiente. En una breve pero contundente exposición, el equipo desarrolló los conceptos fundamentales de esta herramienta de construcción en el campo de la cultura popular en todo el país, enfatizando la necesidad de encontrar mecanismos que permitan alentar, articular y asistir en materia de recursos, tecnología  y contenidos de gestión a las más de 17000 experiencias de Cultura Comunitaria que existen en la Argentina.</p>
<p>Para ello, el proyecto de Ley propone la creación de un Fondo Nacional de Apoyo a la Cultura Comunitaria, Autogestiva e Independiente formado por el 0,1% del Presupuesto Nacional, asi como la creación de una serie de dispositivos que permitan a las organizaciones concursar en forma transparente proyectos de financiamiento, formación y asistencia técnica, a nivel municipal, regional, provincial y nacional.</p>
<p>Al mismo tiempo, se subrayó la necesidad de incluir estos temas en el debate de una posible Ley de Culturas en nuestro país, reconociendo la presencia de las organizaciones culturales comunitarias como un actor fundamental en la democratización de la Cultura en la Argentina.</p>
<p>Los representantes de la Comisión de Cultura de la Camara de Diputados escucharon con atención los contenidos de la exposición desarrollada, comentaron distintos aspectos de la propuesta, resaltaron el carácter participativo de la propuesta y asumieron tres compromisos institucionales:</p>
<p>-          Impulsar en la Comisión de Cultura el análisis del Proyecto de Ley de Apoyo a la Cultura Comunitaria, Autogestiva e Independiente una vez que fuera formalmente presentado y en el transcurso de las próximas reuniones.</p>
<p>-          Convocar al colectivo Pueblo Hace Cultura a participar activamente en el debate de una posible Ley Federal de Culturas en nuestro país.</p>
<p>-          Trabajar en la incorporación de un capitulo de esa ley que haga referencia explícita a la dimensión de la Cultura Comunitaria y sus distintas expresiones organizadas en todas las disciplinas y en la totalidad de nuestro territorio, de manera de ser abordadas formalmente a la hora de la creación de institutos, herramientas y recursos para el impulso de Politicas Publicas.</p>
<p>En este sentido, la reunión fue altamente positiva, por varias razones: a) se instaló en el ámbito institucional la perspectiva de la Cultura Comunitaria como dimensión insoslayable en la construcción de la Cultura en nuestro país, al punto de incluirla en el articulado de una posible Ley de Culturas en la Argentina, b) se dio un primera paso formal en el proceso del debate parlamentario de nuestra propuesta, la Ley de Apoyo a la Cultura Comunitaria, Autogestiva e Independiente, c) se logró una representación legislativa plural y multisectorial en la recepción del proyecto y, d) logramos presentar a Pueblo Hace Cultura y a su construcción como interlocutores institucionales para una construcción legislativa distinta en el terreno de las Políticas Publicas culturales. El evento fue registrado por distintos medios, incluyendo el Canal de TV del mismo Congreso Nacional y sus resultados divulgados a través de una profusa red de medios alternativos y comunitarios, incluso a nivel latinoamericano, a través de ALER (Asociación Latinoamericana de Educación Radiofónica) y diversas redes sociales.</p>
<p>Un capitulo aparte merece la descripción de la Caravana con la que se cerró la jornada, atravesando las calles Callao y Corrientes, en camino triunfal y festivo hacia el Obelisco. Los rostros sorprendidos y alegres de los transeúntes se mezclaban con la destreza de los más de doscientos bailarines murgueros, del hip-hop y el candombe, los actores del teatro comunitario y los colectivos y camiones decorados que recorrían las calles envueltos en enormes banderas y estandartes, proyecciones de video en las carrozas, bombas de estruendo y el permanente sonar de las percusiones y los bombos, en una especie de explosión de alegría protagonizada por chicos, niñas y adultos de todos nuestros barrios.</p>
<p>Como recuerdo de la jornada, una hermosa murguera quedó retratada en una imagen gigante realizada por los artistas populares de Cultura Vallese, que en breve será un afiche recordatorio de este día histórico.</p>
<p>Diego Boris, de la Unión de Musicos Independientes, haciéndose eco de las acciones que hoy mismo se llevan adelante en Mendoza, Catamarca, 9 de Julio, Rivadavia, Rosario, Santiago del Estero, Cordoba y tantos otros lugares, subrayó para todos y todas, hacia el final del emocionado informe en la plaza, una verdad grande como un continente: “el Mercado Hace Productos, el Pueblo hace Cultura”.</p></div>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre CAMPAÑA CONTINENTAL CULTURA VIVA COMUNITARIA por O Blog do Pombas de Cada Dia &#187; Blog Archiv &#187; Ex-ministro da Educação Fernando Haddad visita o Instituto Pombas Urbanas</title>
		<link>http://pontosdecultura.org.br/noticias/campana-continental-cultura-viva-comunitaria/#comment-706</link>
		<dc:creator>O Blog do Pombas de Cada Dia &#187; Blog Archiv &#187; Ex-ministro da Educação Fernando Haddad visita o Instituto Pombas Urbanas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 17:29:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pontosdecultura.org.br/?p=1744#comment-706</guid>
		<description>[...] Esta Campanha que integra sólidas experiência culturais da América Latina exige com alegria e esperança que todos os Estados do continente cumpram o compromisso mundial de destinar 1% do orçamento nacional para a cultura e garantam a todas as mulheres e homens o pleno exercício de seus direitos culturais, apoiando, promovendo e difundindo o acesso, a valorização e a produção das manifestações da Cultura Viva Comunitária. http://pontosdecultura.org.br/noticias/campana-continental-cultura-viva-comunitaria/ [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<div class="delibera-comment-text">[...] Esta Campanha que integra sólidas experiência culturais da América Latina exige com alegria e esperança que todos os Estados do continente cumpram o compromisso mundial de destinar 1% do orçamento nacional para a cultura e garantam a todas as mulheres e homens o pleno exercício de seus direitos culturais, apoiando, promovendo e difundindo o acesso, a valorização e a produção das manifestações da Cultura Viva Comunitária. http://pontosdecultura.org.br/noticias/campana-continental-cultura-viva-comunitaria/ [...]</div>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre CAMPAÑA CONTINENTAL CULTURA VIVA COMUNITARIA por Pontao CNPdC/COEPi</title>
		<link>http://pontosdecultura.org.br/noticias/campana-continental-cultura-viva-comunitaria/#comment-705</link>
		<dc:creator>Pontao CNPdC/COEPi</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Apr 2012 19:09:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pontosdecultura.org.br/?p=1744#comment-705</guid>
		<description>LA CULTURA VIVA COMUNITARIA
EXIGE CON ALEGRÍA Y ESPERANZA,
QUE NUESTROS GOBIERNOS INVIERTAN MÁS
EN EL QUERER SER, EN EL DEBER SER Y EN EL BELLO HACER NUESTRAS COMUNIDADES
CULTURALMENTE ACTIVAS…

Programación sábado y domingo

Sábado 14
Cine Club Empeliculados en el Barrio

Cortometrajes

Lunes de Feria: En San Pedro, municipio del norte antioqueño, el primer lunes de cada mes se realiza una feria porcina única en el país. La comunidad campesina está muy ligada a la crianza del cerdo y en este mercado participan todos sus miembros. A través de tres familias representativas semuestra su comunidad, su entorno, sus paisajes y desde luego su cariño por el cerdo.  


No todos los ríos van al mar: La llegada de una carta de Hassan, un niño de oriente medio, cambia la relación entre Yenny  y Esmeralda. Ellas son dos hermanitas recién llegadas a un barrio de desplazados en las afueras de Bogotá. El intercambio de cartas hace que Yenny, la menor, que no ha podidoobtener un cupo en el colegio, se interese por leer y responder las cartas que recibe su hermana. Yenny está feliz al sentir que su vida le importa a otros. Pero las cartas dejan de llegar y Esmeralda, la hermana mayor, tendrá que suplantar al niño para que su hermana no sucumba a la suerte que les ha tocado vivir. País: Colombia

Hora. 6:00 p.m.
Lugar: Corporación Cultural Nuestra Gente -  Calle 99 Nº 50 C – 38
Teléfono: 258 03 48


Domingo 15
Recorrido
Hora: 3:00 p.m.
Sitio de encuentro: Centro de Desarrollo Cultural de Moravia
RUTA NORORIENTAL (Comuna 2 y 4): Paseo Urbano Pedro Nel Gómez, Red Cultural Comuna 4, Festival Hip4, Corporación Cultural Nuestra Gente.
Hora: 3:00 – 5:00
Obra de Teatro: Tríptico
Grupo: Teatro Espantapájaros.
Hora: 5:00 p.m.
Lugar: Corporación Cultural Nuestra Gente -  Calle 99 Nº 50 C – 38
Teléfono: 258 03 48

Cultura Viva comunitaría, expresa el sentido, los sonidos, los colores, las miradas y los sueños por un mejor futuro para los habitantes de Colombia, Medellín y América Latina.

www.culturavivacomunitaria.org – www.pltaformapuente.blogspot.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<div class="delibera-comment-text">LA CULTURA VIVA COMUNITARIA<br />
EXIGE CON ALEGRÍA Y ESPERANZA,<br />
QUE NUESTROS GOBIERNOS INVIERTAN MÁS<br />
EN EL QUERER SER, EN EL DEBER SER Y EN EL BELLO HACER NUESTRAS COMUNIDADES<br />
CULTURALMENTE ACTIVAS…</p>
<p>Programación sábado y domingo</p>
<p>Sábado 14<br />
Cine Club Empeliculados en el Barrio</p>
<p>Cortometrajes</p>
<p>Lunes de Feria: En San Pedro, municipio del norte antioqueño, el primer lunes de cada mes se realiza una feria porcina única en el país. La comunidad campesina está muy ligada a la crianza del cerdo y en este mercado participan todos sus miembros. A través de tres familias representativas semuestra su comunidad, su entorno, sus paisajes y desde luego su cariño por el cerdo.  </p>
<p>No todos los ríos van al mar: La llegada de una carta de Hassan, un niño de oriente medio, cambia la relación entre Yenny  y Esmeralda. Ellas son dos hermanitas recién llegadas a un barrio de desplazados en las afueras de Bogotá. El intercambio de cartas hace que Yenny, la menor, que no ha podidoobtener un cupo en el colegio, se interese por leer y responder las cartas que recibe su hermana. Yenny está feliz al sentir que su vida le importa a otros. Pero las cartas dejan de llegar y Esmeralda, la hermana mayor, tendrá que suplantar al niño para que su hermana no sucumba a la suerte que les ha tocado vivir. País: Colombia</p>
<p>Hora. 6:00 p.m.<br />
Lugar: Corporación Cultural Nuestra Gente &#8211;  Calle 99 Nº 50 C – 38<br />
Teléfono: 258 03 48</p>
<p>Domingo 15<br />
Recorrido<br />
Hora: 3:00 p.m.<br />
Sitio de encuentro: Centro de Desarrollo Cultural de Moravia<br />
RUTA NORORIENTAL (Comuna 2 y 4): Paseo Urbano Pedro Nel Gómez, Red Cultural Comuna 4, Festival Hip4, Corporación Cultural Nuestra Gente.<br />
Hora: 3:00 – 5:00<br />
Obra de Teatro: Tríptico<br />
Grupo: Teatro Espantapájaros.<br />
Hora: 5:00 p.m.<br />
Lugar: Corporación Cultural Nuestra Gente &#8211;  Calle 99 Nº 50 C – 38<br />
Teléfono: 258 03 48</p>
<p>Cultura Viva comunitaría, expresa el sentido, los sonidos, los colores, las miradas y los sueños por un mejor futuro para los habitantes de Colombia, Medellín y América Latina.</p>
<p><a href="http://www.culturavivacomunitaria.org" rel="nofollow">http://www.culturavivacomunitaria.org</a> – <a href="http://www.pltaformapuente.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.pltaformapuente.blogspot.com</a></div>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre CAMPAÑA CONTINENTAL CULTURA VIVA COMUNITARIA por Pontao CNPdC/COEPi</title>
		<link>http://pontosdecultura.org.br/noticias/campana-continental-cultura-viva-comunitaria/#comment-704</link>
		<dc:creator>Pontao CNPdC/COEPi</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Apr 2012 19:04:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pontosdecultura.org.br/?p=1744#comment-704</guid>
		<description>CULTURA VIVA COMUNITARIA.

Somos el viento-tiempo, somos nuestra propia movilidad.
A CHUCHO MEJIA UN HOMBRE DE MAIZ,CON LA ESTATURA EXACTA DE LA VIDA.

A Luis Miguel Usuga Samudio en la complicidad de los tiempos por venir compañero.

A los jóvenes de Centro América…

Texto escrito y leido por Pedro Zapata en el Concejo de Medellín, en el último debate de la Política Pública de Cultura VIVA Comunitaria, aprobada por unanimidad el 27 de noviembre de 2011, allí mismo se hizo un homenaje a Jesús Mejía nuestro gran “Griot” de la Cultura Viva Comunitaria.


CULTURA VIVA COMUNITARIA

Somos el viento-tiempo, somos nuestra propia movilidad.

A CHUCHO MEJIA UN HOMBRE DE MAIZ, CON LA ESTATURA EXACTA DE LA VIDA.
A Luis Miguel Usuga Samudio en la complicidad de los tiempos por venir compañero.
A los jóvenes  de Centro América…….los presentes y los ausentes.


Aquí estamos como viejos caminantes, tratando de sostener el cielo, en tiempos de lluvias inclementes y derrumbamientos inevitables, de envejecidas formas de pensar el poder, la política, la economía, la amistad, la vecindad, la solidaridad, la comunidad, la cultura.

Aquí estamos en este espacio-ritual, para cultivar con ustedes, honorables concejales, la bella tarea de reinventar nuestra concepción de la cultura como  polifonía de voces, miradas, cuerpos, gestualidades, que sin descanso tejemos de día y de noche, en este universo terrenal, variopinto, de abismales contrastes y colectivos anhelos de transformación. Polifonías heredadas de nuestras diosas-abuelas, en las primeras infancias creativas, por los senderos vivos de la memoria.

Que los dioses cuiden de este encuentro, para que nuestros acuerdos encuentren horizontes de sentido, en medio del sin sentido de la infamia merodeando los nacimientos de la aurora y el alba. Encuentro de colores, abrazos, miradas sin cuenta de cobro, preguntas con piel de cristal, ritualidad corporal, lugar de la palabra, los susurros, la esperanza. Acupuntura del viento, reposo de los arroyos, opera de los pájaros. Sólo deseamos fervientemente honrar la Confianza, para destierro de los agiotistas usurpadores de toda ilusión humana.

Honrar la confianza es honrar la palabra dicha, honrar nuestra postura de corazón abierto, en medio de todas las mascaradas de una sociedad de evangelios cansados, de unas burocracias y monopolios sobreactuados.

Proponemos entonces la destitución implacable de toda periferia.  Ninguna palabra es periferia de otra, ningún rostro, ninguna pregunta, ninguna necesidad, ninguna dignidad, ninguna utopía. Todos somos  comunidad y gobierno, gobierno y comunidad.

Por todo lo anterior, pensamos que necesitamos unaCULTURA VIVA COMUNITARIA, SIN FRONTERAS,  que construya sus propios corredores de la economía, una economía creativa que tenga de presente, como punto de partida al ser humano, como nos lo enseñó el maestro-escritor y tu entrañable amigo chucho, José Saramago, último dios de la ausencia-presencia.

Cultura viva comunitaria, sin fronteras, para volver amorosamente a lo que no dijimos, para volver al relato de provincia. En subello texto de Colombia en el Planeta, el escritor colombiano WILIAM OSPINA  nos enseña…..Es la hora de recostar las sillas en la puerta y de comenzar a contar la historia, antes de que lleguen los historiadores. Cultura viva comunitaria, sin fronteras, para potenciar los sentidos de nuestro propio hacer y pensar. Para  potenciar, nuestra capacidad de reinvención, nuestra innegociable convicción de buscar por siempre mejores formas de estar juntos. Cultura viva comunitaria, sin fronteras, para desterrar las imposiciones de las grandes pirámides del consumismo que quieren reducirnos al sólo, enajenante y fantasmal laberinto del tener. Pirámides también del saber y pensar, de un mundo académico perdido en las sinagogas de la especulación metafísica financiada. Monopolios de la expropiación cultural, convirtiéndolo todo  en un show de nunca acabar, en el cual todo saber popular es una simple casualidad vivencial, blanco de  todas las perversas formas del asistencialismo.

Cultura viva comunitaria, reserva-bálsamo-sanaciónpara todo tiempo de sonambulismo impuesto por los enmascarados mercaderes del miedo y la desesperanza. Cultura viva comunitaria con, por y para la esquina, primera patria de todas nuestras infancias. Cultura viva comunitaria de día y de noche, bajo la tempestad huracanada o en los anuncios-luz de la primavera. Cultura viva comunitaria, con pan y sin pan en las autopistas de las mesas.

Cultura viva comunitaria, que invita en ritual mayor, a la construcción de una ética de la vida.  Que reclama de las instancias de poder la construcción colectiva de nuevos paradigmas. Que propone un mundo poéticamente habitado, es decir poéticamente ético, poéticamente estético, cultivando elpensamiento como cuerpo del vivir, jamás como fachada para reinar o dominar.

El futuro si quiere ser futuro Chucho, tendrá que ser cuerpo en movimiento, palabra en movimiento, sentimiento en movimiento, protesta en movimiento, creación en movimiento, sensación en movimiento, dolor en movimiento, desesperanza en movimiento, miedo en movimiento, fuerza en movimiento, libertad en movimiento, revolución en movimiento. La quietud y el sedentarismo para los pálidos rostros del poder unipersonal, la anacrónica demagogia, la endémica truculencia, la fatal mentira, la camuflada manipulación, la horrenda globalización, la pornográfica acumulación, el autismo-autoritario. En movimiento el teatro y la pintura, el concierto y la cantata, el abrazo y el amor, los besos y lascaricias. En movimiento las nuevas utopías, las nuevas éticas, las nuevas estéticas. En movimiento LA CULTURA VIVA COMUNITARIA.

Compañeros y compañeras, después de todo lo dicho y escuchado no hay descanso posible. Ecos y más ecos en pelea con el sueño. Fonéticas diversas que imposibilitan el apacible sueño. Pero así somos, de esto estamos hechos. Toda voz, todo pensamiento afecta nuestro cotidiano existir. La escucha democrática trae consigo esos resultados. Al final…. podremos dormir lo necesario como para despertarnos.

Este Nuestro encuentro, ritual de la inteligencia compartida, no es sólo por nosotros mismos, es por nuestros pueblos que saben ser planeta, cosmos, inmensidad, llanura, montaña, mar. Que saben ser volcán, huracán, tormenta. Pero también pueblos diversos que saben ser prudencia, silencio, miedo, llanto, cuadra, esquina, manzana, barrio, comuna, país, continente, mundo, por los siglos de los siglos, publíquese y compártase.

Pedro Zapata P.

Un hombre con el tamaño del cotiledón y el dolor de la sangre.
Corporación Cultural Nuestra Gente.
los presentes y los ausentes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<div class="delibera-comment-text">CULTURA VIVA COMUNITARIA.</p>
<p>Somos el viento-tiempo, somos nuestra propia movilidad.<br />
A CHUCHO MEJIA UN HOMBRE DE MAIZ,CON LA ESTATURA EXACTA DE LA VIDA.</p>
<p>A Luis Miguel Usuga Samudio en la complicidad de los tiempos por venir compañero.</p>
<p>A los jóvenes de Centro América…</p>
<p>Texto escrito y leido por Pedro Zapata en el Concejo de Medellín, en el último debate de la Política Pública de Cultura VIVA Comunitaria, aprobada por unanimidad el 27 de noviembre de 2011, allí mismo se hizo un homenaje a Jesús Mejía nuestro gran “Griot” de la Cultura Viva Comunitaria.</p>
<p>CULTURA VIVA COMUNITARIA</p>
<p>Somos el viento-tiempo, somos nuestra propia movilidad.</p>
<p>A CHUCHO MEJIA UN HOMBRE DE MAIZ, CON LA ESTATURA EXACTA DE LA VIDA.<br />
A Luis Miguel Usuga Samudio en la complicidad de los tiempos por venir compañero.<br />
A los jóvenes  de Centro América…….los presentes y los ausentes.</p>
<p>Aquí estamos como viejos caminantes, tratando de sostener el cielo, en tiempos de lluvias inclementes y derrumbamientos inevitables, de envejecidas formas de pensar el poder, la política, la economía, la amistad, la vecindad, la solidaridad, la comunidad, la cultura.</p>
<p>Aquí estamos en este espacio-ritual, para cultivar con ustedes, honorables concejales, la bella tarea de reinventar nuestra concepción de la cultura como  polifonía de voces, miradas, cuerpos, gestualidades, que sin descanso tejemos de día y de noche, en este universo terrenal, variopinto, de abismales contrastes y colectivos anhelos de transformación. Polifonías heredadas de nuestras diosas-abuelas, en las primeras infancias creativas, por los senderos vivos de la memoria.</p>
<p>Que los dioses cuiden de este encuentro, para que nuestros acuerdos encuentren horizontes de sentido, en medio del sin sentido de la infamia merodeando los nacimientos de la aurora y el alba. Encuentro de colores, abrazos, miradas sin cuenta de cobro, preguntas con piel de cristal, ritualidad corporal, lugar de la palabra, los susurros, la esperanza. Acupuntura del viento, reposo de los arroyos, opera de los pájaros. Sólo deseamos fervientemente honrar la Confianza, para destierro de los agiotistas usurpadores de toda ilusión humana.</p>
<p>Honrar la confianza es honrar la palabra dicha, honrar nuestra postura de corazón abierto, en medio de todas las mascaradas de una sociedad de evangelios cansados, de unas burocracias y monopolios sobreactuados.</p>
<p>Proponemos entonces la destitución implacable de toda periferia.  Ninguna palabra es periferia de otra, ningún rostro, ninguna pregunta, ninguna necesidad, ninguna dignidad, ninguna utopía. Todos somos  comunidad y gobierno, gobierno y comunidad.</p>
<p>Por todo lo anterior, pensamos que necesitamos unaCULTURA VIVA COMUNITARIA, SIN FRONTERAS,  que construya sus propios corredores de la economía, una economía creativa que tenga de presente, como punto de partida al ser humano, como nos lo enseñó el maestro-escritor y tu entrañable amigo chucho, José Saramago, último dios de la ausencia-presencia.</p>
<p>Cultura viva comunitaria, sin fronteras, para volver amorosamente a lo que no dijimos, para volver al relato de provincia. En subello texto de Colombia en el Planeta, el escritor colombiano WILIAM OSPINA  nos enseña…..Es la hora de recostar las sillas en la puerta y de comenzar a contar la historia, antes de que lleguen los historiadores. Cultura viva comunitaria, sin fronteras, para potenciar los sentidos de nuestro propio hacer y pensar. Para  potenciar, nuestra capacidad de reinvención, nuestra innegociable convicción de buscar por siempre mejores formas de estar juntos. Cultura viva comunitaria, sin fronteras, para desterrar las imposiciones de las grandes pirámides del consumismo que quieren reducirnos al sólo, enajenante y fantasmal laberinto del tener. Pirámides también del saber y pensar, de un mundo académico perdido en las sinagogas de la especulación metafísica financiada. Monopolios de la expropiación cultural, convirtiéndolo todo  en un show de nunca acabar, en el cual todo saber popular es una simple casualidad vivencial, blanco de  todas las perversas formas del asistencialismo.</p>
<p>Cultura viva comunitaria, reserva-bálsamo-sanaciónpara todo tiempo de sonambulismo impuesto por los enmascarados mercaderes del miedo y la desesperanza. Cultura viva comunitaria con, por y para la esquina, primera patria de todas nuestras infancias. Cultura viva comunitaria de día y de noche, bajo la tempestad huracanada o en los anuncios-luz de la primavera. Cultura viva comunitaria, con pan y sin pan en las autopistas de las mesas.</p>
<p>Cultura viva comunitaria, que invita en ritual mayor, a la construcción de una ética de la vida.  Que reclama de las instancias de poder la construcción colectiva de nuevos paradigmas. Que propone un mundo poéticamente habitado, es decir poéticamente ético, poéticamente estético, cultivando elpensamiento como cuerpo del vivir, jamás como fachada para reinar o dominar.</p>
<p>El futuro si quiere ser futuro Chucho, tendrá que ser cuerpo en movimiento, palabra en movimiento, sentimiento en movimiento, protesta en movimiento, creación en movimiento, sensación en movimiento, dolor en movimiento, desesperanza en movimiento, miedo en movimiento, fuerza en movimiento, libertad en movimiento, revolución en movimiento. La quietud y el sedentarismo para los pálidos rostros del poder unipersonal, la anacrónica demagogia, la endémica truculencia, la fatal mentira, la camuflada manipulación, la horrenda globalización, la pornográfica acumulación, el autismo-autoritario. En movimiento el teatro y la pintura, el concierto y la cantata, el abrazo y el amor, los besos y lascaricias. En movimiento las nuevas utopías, las nuevas éticas, las nuevas estéticas. En movimiento LA CULTURA VIVA COMUNITARIA.</p>
<p>Compañeros y compañeras, después de todo lo dicho y escuchado no hay descanso posible. Ecos y más ecos en pelea con el sueño. Fonéticas diversas que imposibilitan el apacible sueño. Pero así somos, de esto estamos hechos. Toda voz, todo pensamiento afecta nuestro cotidiano existir. La escucha democrática trae consigo esos resultados. Al final…. podremos dormir lo necesario como para despertarnos.</p>
<p>Este Nuestro encuentro, ritual de la inteligencia compartida, no es sólo por nosotros mismos, es por nuestros pueblos que saben ser planeta, cosmos, inmensidad, llanura, montaña, mar. Que saben ser volcán, huracán, tormenta. Pero también pueblos diversos que saben ser prudencia, silencio, miedo, llanto, cuadra, esquina, manzana, barrio, comuna, país, continente, mundo, por los siglos de los siglos, publíquese y compártase.</p>
<p>Pedro Zapata P.</p>
<p>Un hombre con el tamaño del cotiledón y el dolor de la sangre.<br />
Corporación Cultural Nuestra Gente.<br />
los presentes y los ausentes.</p></div>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Reunião em POA/Fórum Social Temático por Teste</title>
		<link>http://pontosdecultura.org.br/pauta/reuniao-em-poaforum-social-tematico/#comment-703</link>
		<dc:creator>Teste</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 01:51:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pontosdecultura.org.br/?post_type=pauta&#038;p=1521#comment-703</guid>
		<description>consigo comentar aqui</description>
		<content:encoded><![CDATA[<div class="delibera-comment-text">consigo comentar aqui</div>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre II DIÁLOGOS VIRTUAIS DO REDESENHO DO PROGRAMA CULTURA VIVA por II DIÁLOGOS VIRTUAIS DO REDESENHO DO PROGRAMA CULTURA VIVA &#124; redecom</title>
		<link>http://pontosdecultura.org.br/noticias/ii-dialogos-virtuais-do-redesenho-do-programa-cultura-viva/#comment-702</link>
		<dc:creator>II DIÁLOGOS VIRTUAIS DO REDESENHO DO PROGRAMA CULTURA VIVA &#124; redecom</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 14:02:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pontosdecultura.org.br/?p=1680#comment-702</guid>
		<description>[...] PONTOSDECULTURA.ORG.BR [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<div class="delibera-comment-text">[...] PONTOSDECULTURA.ORG.BR [...]</div>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Relato Virtual da I Reunião Temática do redesenho do Programa Cultura Viva por II Diálogos Virtuais do Redesenho do Programa Cultura Viva &#124; Famaliá</title>
		<link>http://pontosdecultura.org.br/noticias/relato-virtual-da-i-reuniao-tematica-do-redesenho-do-programa-cultura-viva/#comment-701</link>
		<dc:creator>II Diálogos Virtuais do Redesenho do Programa Cultura Viva &#124; Famaliá</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 19:39:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pontosdecultura.org.br/?p=1655#comment-701</guid>
		<description>[...] http://pontosdecultura.org.br/noticias/relato-virtual-da-i-reuniao-tematica-do-redesenho-do-programa... [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<div class="delibera-comment-text">[...] <a href="http://pontosdecultura.org.br/noticias/relato-virtual-da-i-reuniao-tematica-do-redesenho-do-programa.." rel="nofollow">http://pontosdecultura.org.br/noticias/relato-virtual-da-i-reuniao-tematica-do-redesenho-do-programa..</a>. [...]</div>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre II DIÁLOGOS VIRTUAIS DO REDESENHO DO PROGRAMA CULTURA VIVA por Pontao CNPdC/COEPi</title>
		<link>http://pontosdecultura.org.br/noticias/ii-dialogos-virtuais-do-redesenho-do-programa-cultura-viva/#comment-700</link>
		<dc:creator>Pontao CNPdC/COEPi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 18:17:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pontosdecultura.org.br/?p=1680#comment-700</guid>
		<description>lindo lindo lindo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<div class="delibera-comment-text">lindo lindo lindo</div>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

